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Tecnologia torna as pequenas empresas mais competitivas

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Aureliano, da DPA
Uilton, da Union

As pequenas empresas que atuam no setor de manufatura fornecendo moldes e componentes às grandes indústrias têm na atualização tecnológica sua sobrevivência.

Por isso, empresas como a DPA, fornecedora de componentes para revestimento de automóveis, e a Union, fornecedora de moldes para indústrias automotivas, farmacêuticas, entre outras, estão sempre investindo em novas tecnologias. Veja mais detalhes a seguir:

 

DPA vai investir, em 2009, US$ 50 mil em tecnologias para automação de projetos

Apesar de ser uma empresa de pequeno porte, com 35 funcionários, a DPA Moldados, especializada em componentes para revestimento de interiores e isolação de automóveis, não mede esforços para se manter atualizada tecnologicamente e com isso ganhar velocidade e qualidade no desenvolvimento de novos produtos. “Estamos sempre buscando desenvolver e/ou empregar novas tecnologias para tornar nossos produtos e processos mais eficientes”, afirma Aureliano Rosa, responsável pela engenharia.

A empresa investe na modernização de todas as suas áreas, dedicando atenção especial às tecnologias para desenvolvimento e fabricação de produtos. Em 2007 investiu US$ 20.000 em computadores e softwares, a mesma quantia em 2008 e para 2009 e 2010 os valores estimados são de US$ 50.000 e US$ 75.000, respectivamente.

O atual parque tecnológico da DPA é composto por duas licenças do CATIA V5 e duas estações gráficas para projeto de ferramentas, máquinas e dispositivos, além de uma fresadora CNC Anayak e uma licença do CAM, Hi-Mill, da Fidia, usados na  usinagem de moldes.

Union investe R$ 153 mil em máquinas-ferramenta e software CAD

A Union é quase uma micro empresa, se considerarmos seu corpo de funcionários, apenas sete pessoas, mas é grande em avanços tecnológicos. A empresa atua no segmento de usinagem de moldes para os setores automotivo, farmacêutico, entre outros, e faz de tudo para manter seu parque tecnológico atualizado.

Ao todo são13 máquinas de usinagem CNC e uma licença do CAD Alibre, que exigiram um investimento de R$ 153.000,00.  Apesar do valor alto, Uilton Teixeira, diretor da empresa, não se arrepende do investimento, pois, segundo ele, a produtividade cresceu muito e os moldes ganharam mais qualidade.

“Para escolha do CAD analisamos vários softwares no mercado e decidimos pelo Alibre porque é excelente, atende a todas as nossas necessidades é de fácil aprendizado, sem falar no custo/benefício e no bom suporte do fornecedor”, afirma Teixeira.

 

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