O amadurecimento dos usuários depende de investimentos em treinamento e na automação do CAD.
Empresários que atuam com CAD híbrido que pode ser usado tanto em engenharia mecânica quanto em arquitetura ou que trabalham os dois tipos de software, para mecânica e para arquitetura, falam da sua percepção sobre o mercado em que atuam, das suas estratégias nos negócios e da baixa exploração da tecnologia por parte dos usuários.
Luiz Sasada, presidente da Grapho, diz que boa parte dos recursos de modelagem já se tornou realidade, agora o desafio para os fabricantes de software é melhorar a integração e a colaboração das engenharias com as outras áreas da empresa e com seus clientes e parceiros. Ele defende a desmistificação do conceito de que o CAD é caro e diz que quando se tem um aumento de produtividade de pelo menos 3% a 5% o investimento na tecnologia já se justifica.
Para Antonio Lourenço, diretor operacional da R&C Task, o amadurecimento dos usuários brasileiros depende de investimentos das empresas em treinamento para melhorar a exploração do CAD. Aparecido Henrique Pedro, sócio da HighLight, defende uma padronização dos softwares e dos projetos semelhante ao processo da ISO 9000 que exige sempre conhecimento dos procedimentos.
Os três executivos acima mencionados foram convidados a responder três perguntas formuladas pela Cadesign:
1) O que pensa sobre os mercados brasileiro e mundial de CAD?
2) Quais são as estratégias da sua empresa para o mercado brasileiro?
3) O que é preciso fazer para que usuários brasileiros amadureçam e invistam mais em CAD no segmento em que sua empresa atua?
Veja a íntegra das respostas e complemento da reportagem na edição 106 disponível na área restrita para assinantes. Matéria publicada em 2005.








